Mostrando postagens com marcador resolução de conflitos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador resolução de conflitos. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 12 de setembro de 2008

Fim dos tempos!!



Só para comprovar as minhas suspeitas, foi divulgado na Folha de São Paulo uma reportagem sobre a ameça de Guerra contra a Rússia por parte dos Norte-americanos caso a Rússia realize outra "invasão" a Geórgia após seu ingresso na OTAN.
Em declaração a rede de TV ABC, a candidata republicana a vice-precidência, aformou a necessidade de vigiar a Rússia. Segundo ela, "é inaceitável que a Rússia tenha exercido tal pressão para invadir um país democrático menor, sem provocação".
Lembrando que quem começou o conflito foi a Geórgia quando não aceitou soberania da Ossétia do Sul e a invadiu.
Essa foi a primeira declaração pública de Palin após se lançar como candidata.
Cá entre nós, QUE ESTRÉIA!!!

Essa notícia tende a ter repercussões negativas para a campanha de John McCaine, tendo em vista a atual postura opositória da sociedade norte-americana com relação à guerra no Iraque e seu custo humano.
Pensando mais a frente, caso McCaine ganhe as eleições, sua política com relação a guerra no Iraque é de continuá-la, o que demanda um contingente populacional. E caso essa ameaça se concretize, seria OUTRA guerra, o que demandará outro contigente de soldados norte-americanos. SEM CONTAR AS OGIVAS NUCLEARES RUSSAS.

Bom, resta saber se a TPM da senhorita "Bush de saia" irá conduzir suas ações do mês!
Por hora, é bom correr para o loja de material de construção mais próxima e começar a construir nossos abrigos nucleares.

Qual será a do mês que vem?

quarta-feira, 10 de setembro de 2008

Laisser faire


Diferente do chavão capitalista, esse "deixar fazer" vai para o presidente francês, Nicolas Sarkozy, que, na presidência da União Européia, liderou as negociações em favor do fim do conflito entre Rússia e Geógia.
O presidênte francês FEZ por onde, em negociaçaõ com o presidente Russo Dmitri Medvedev o compromisso de retirada, dentro de um mês, de seus militares do território georgiano.
Para evitar a retomada das hostilidades e para assegurar a inviolabilidade da Ossétia do Sul, a área será vigiada por monitores internacionais das Nações Unidas, da OSCE (Organização para a Segurança e a Cooperação na Europa) e da própria UE.
Porém, o tocante da questão é a reação repreensiva dos EUA para com a Rússia. Em reportagem da
Folha de São Paulo o governo dos EUA afirmou que desistiu de aprovar no Congresso um acordo de cooperação nuclear civil pacífica com Moscou.

"Pacífica"?!

Juntando os pontos: escudo anti-mísseis beirando a Rússia, apoio a entrada de países como Geórgia e Ucrânia para OTAN (países fronteriços com a Rússia), envio de NAVIOS DE GUERRA norte-americanos levando ajuda humanitária para Geórgia e, agora, o fim de um acordo nuclear.

Não consigo imaginar uma nova Guerra Fria para essa situação e nem de uma tentativa russa de uma mudança significativa no balanço de poder internacional; não chego a esse absurdo. Mas ao que tudo indica, os EUA, querem evitar uma reestruturação (política) regional e mundial (por que não?!) da Rússia.